terça-feira, 19 de julho de 2011

Empatia



Costumo afirmar que a empatia é uma das melhores maneiras de se evitar desentendimentos e de entender muitas vezes o que nos acontece. Mas o que é na verdade a empatia? De maneira simples e clara, a empatia nada mais é do que colocar-se no lugar de outra pessoa, tentar pensar como se fosse ela, sentir como se fosse ela, ou seja, pensar: "e se fosse comigo?"
Acredito firmemente que se procurássemos usá-la com mais frequência em nossa vida, muitos aborrecimentos poderiam ser evitados, trataríamos melhor as pessoas que nos cercam, seja em nosso lar, em nosso trabalho ou onde quer que estejamos.

Como trabalho em um hospital, afirmo que a empatia deve ser uma de nossas maiores aliadas. Trabalhamos em um ambiente em que quando somos procurados, nosso cliente está fragilizado, preocupado, carente, pois é assim que ficamos quando estamos adoentados e precisando de cuidados ou quando é alguém de nossa família que se encontra nesta situação.  
 Não é difícil entender o que essas pessoas precisam quando chegam em um ambiente hospitalar, basta pensar, como eu gostaria de ser atendido? Imediatamente teremos a resposta correta: com respeito, atenção, carinho, agilidade e profissionalismo. Será que é tão difícil assim descobrir como deve ser feito esse atendimento de maneira excelente?

Assim se dá em qualquer outro campo de trabalho, seja em uma loja, em um supermercado, em uma biblioteca, em uma escola, seja onde for, o importante é procurar colocar-se no lugar do outro para saber a melhor maneira de agir.
E em casa, será diferente? Não. Em casa a regra é a mesma. Como gostamos de ser tratadas pelo nosso companheiro? Com carinho, amor, respeito, dedicação, e mais uma porção de coisinhas, não é mesmo? Aí está a resposta em como devemos tratá-lo também. E nossos filhos? Bom, já fomos crianças um dia, adolescentes, jovens (ainda somos jovens, sempre seremos), sabemos perfeitamente como gostávamos de ser tratados. É claro que não faremos todas as suas vontades, pois nem tudo que nossos filhos desejam,  podemos ou devemos dar. Mas o amor,  a amizade, a presença, o respeito, isso sim podemos e devemos dar aos nossos queridos. Chamar a atenção sim, mas reservadamente, não na frente de outros e de preferência explicando a ele o porquê  das coisas. Elogios também são importantes, ele precisa saber o que faz e o que tem de bom, mas na medida certa, sem exageros e na hora correta, não adianta deixar passar uma eternidade para só então parabenizá-lo pelas boas notas ou pelo quarto organizado. Quando fazemos algo muito bom gostamos de ser elogiadas no momento oportuno, não é verdade? Depois de muito tempo, passou e perdeu a graça. Com nossos filhos é a mesma coisa. O elogio pode ser um grande motivador, quando usado de maneira adequada.

Respeito. Amor. São fórmulas infalíveis em qualquer relacionamento.
Vamos procurar olhar nosso próximo com os olhos dele, vamos procurar nos colocar no seu lugar e as coisas se tornarão mais fáceis de serem interpretadas.

Cabe aqui uma citação que conhecemos muito bem e que retrata perfeitamente o que escrevi até aqui:

“Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem à você.”  E vice-versa.

Isso é empatia.

Pense nisso!

Célia Cristina Prado.

2 comentários:

  1. Minha flor! Só hoje que fui ver o teu email. Desculpe por não ter respondido antes! Não sei se era isso que vc queria, mas qualquer coisa entre em contato.
    Grande beijo!!!
    Sheila

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  2. Olá querido seguidor,

    Comunico que o Blog da Michele mudou de nome e caminho. Com pseudônimo registrado para assegurar meus direitos autorais em relação a textos pessoais o nome e caminho do Blog agora:

    Michele Santti
    http://michelesantti.blogspot.com/

    Igualmente o Twitter
    @MicheleSantti

    e FaceBook
    facebook.com/michele.santti

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