segunda-feira, 10 de outubro de 2011

De repente...


E de repente,
me vejo uma menina novamente.
Uma adolescente,
na mais bela aurora,
inocente e sonhadora.
Sorrio e sonho,
os mesmos sonhos de outrora.
Relembro os aromas, 
as canções, 
emoções.
Quantas auroras já se passaram
desde a última vez
em que teus braços me abraçaram?
Mas as lembranças,
tão bem guardadas,
lá no cantinho da minha memória,
Retornam à história,
teimando em serem ouvidas,
a voltarem a ser sentidas,
revividas.
Foi de repente,
Bastou reencontrar-te.
Bastou mergulhar nos mesmos olhos castanhos,
e o tempo voltou,
lá atrás, onde ele parou.

Célia Cristina Prado

Um comentário:

  1. Meu amor, de repente essa poesia tem fundamento é linda vejo que tens muito talento. Parabéns
    E esses olhos castanhos, haa

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